segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Ano Novo seguro para as crianças em 8 dicas


O Ano Novo é amanhã e as crianças também merecem se divertir. Mas você deve estar preparada para lidar com imprevistos, como o sono, o medo dos fogos, a alimentação... Por isso, separamos 8 dicas para que você e a criançada passem um Reveillon tranquilo e animado:

- Se você não quiser que o seu pequeno fique sonolento e irritado durante a festa, estenda a soneca da tarde para que não haja sono perto da meia noite. Rotina para as crianças é uma coisa boa, mas fugir dela de vez em quando não tem problema.

- Para a criança comer na ceia de Ano Novo, vale mudar a alimentação durante o dia também. atrase o lanche da tarde, e caso a criança fique com fome, ofereça a ela comidas mais leves, como frutas e torradas.

- Se o seu bebê tiver menos de um ano, evite deixá-lo perto da queima de fogos. Se puder, proteja os ouvidos do bebê com protetores auriculares.

- Com mais de 2 anos, a criança já entende o que são os fogos. Explique que faz parte da comemoração e que o céu vai ficar brilhante e colorido. Abrace o seu filhote e fique junto da família nesse momento.

- A ceia de Reveillon é cheia de comidas típicas, mas tome muito cuidado ao alimentar o seu bebê, principalmente se ele for menor de um ano. Nunca dê frutos do mar ou carne de porco, já que o seu sistema digestivo ainda não é maduro o suficiente, e ele pode passar mal. Fique de olho para que ninguém ofereça comidas diferentes para os pequenos.

- Além das bebidas para os adultos, providencie bastante água, sucos e água de coco para as crianças. Lembre-se que no calor é preciso caprichar na hidratação.

- Se o seu filho já for maiorzinho, não deixe que ele fique muito próximo ao lançamento dos fogos. Se estiverem na praia, nunca perca as crianças de vista.

- Ainda sobre a praia, tome cuidado para evitar a desidratação e as queimaduras solares. Aplique o protetor solar a cada duas horas, proteja seu bebê com chapéu e guarda-sol e ofereça muita água ao seu pequeno. Se ele for maiorzinho, só o deixe perto da água acompanhado.



Fonte: Revista Crescer (consultoria de Lucília Faria, pediatra, coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês – SP)

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Mãe de primeira viagem: tire suas dúvidas sobre o banho do bebê


Para mães de primeira viagem uma das situações que geram mais dúvidas é a hora do banho do bebê. Qual é a temperatura certa da água? Quantos banhos devemos dar por dia? Essas e outras dúvidas vamos responder a seguir, confira:

Que produtos usar na hora do banho?
Enquanto o bebê é recém-nascido, o indicado é dar banho somente com sabonete neutro, de preferência de glicerina pura, que não agride a pele fininha do bebê. E nada de xampus, hidratantes e colônias, que serão liberados pelo pediatra somente no tempo certo, ou seja, quando o seu filhote já estiver maiorzinho. O talco após  banho também está proibido, já que é muito fininho, podendo entrar nos orifícios do bebê e provocar infecções, além de problemas respiratórios se aspirado.

Qual a temperatura certa da água?
Nem quente, nem fria, o ideal é que ela esteja morninha, por volta dos 37/37,5°C, próxima à temperatura do corpinho do bebê. Outro cuidado é evitar correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura durante e após o banho. Por isso, enxugue e vista o seu bebê de preferência no mesmo ambiente.

Quantos banhos dar por dia?
Um só é o suficiente. Nos dias de muito calor, pode-se dar mais um banho para refrescar, à tarde por exemplo. Mas no inverno a dica é dar somente um banho, de preferência ao meio dia, quando a temperatura está mais quente.

A água do banho deve ser filtrada ou fervida?
Não é necessário, mas você deve estar atenta quanto à limpeza da caixa d’água de onde ela vem. Também não é recomendado jogar álcool na água para “esterilizar”, pois pode provocar irritação na pele.

Como limpar os ouvidos e os olhos?
O ideal é usar cotonetes secos para enxugar os ouvidos, mas somente nas dobrinhas e na parte externa da orelha. Nunca insira cotonetes dentro do ouvido do bebê. Já os olhos podem ser enxugados somente pressionando suavemente uma toalha limpa. Usar soro fisiológico e colírio, só em casos de irritação e acúmulo de secreção, e com recomendação médica.

E as partes íntimas dos meninos e meninas, como limpar?
Nas meninas, a limpeza da área deve ser sempre da frente para trás, e nunca ao contrário, para não causar infecção urinária ou outras doenças causadas pelas bactérias do cocô. Já nos meninos, deve-se limpar atentamente toda a pele da região, sem esquecer nenhum cantinho.

Pode-se mexer no umbigo antes da cicatrização?
Não só pode como deve ser feita a limpeza do umbigo até cicatrizar (entre 7 a 10 dias). Após o banho, limpe com álcool 70%, seque bem e coloque a fralda. Não é preciso fazer nenhum curativo.


Fonte: Bolsa de Bebê (Consultoria do pediatra Dr. Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vestidos de festa da Babette Bebê

Já chegamos ao fim do ano e é hora de escolher um vestido para a sua princesinha passar as festas. Aqui na Babette Bebê você encontra várias opções para a sua pequena comemorar o Natal, o Ano Novo, ou até ir a uma festa mais chique, como um casamento. Todos os modelos são super confortáveis, para a sua bebê ficar à vontade!

Vestido Maçãs: vestido em 100% algodão com estampa de maçãs, mangas bufantes, fita na cintura e pérolas bordadas no busto.


Vestido Vermelho: vestido em 100% algodão com estampa de petit pois vermelho e branco, mangas com babado, rosas bordadas e laços na cintura.



Vestido Florido: vestido em 100% algodão com estampa de flores, mangas bufantes, fita na cintura e pérolas bordadas no busto.


Venha até a nossa loja e confira!



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Deixe seu bebê brincar à vontade com o tapete de atividades Babette Bebê

Uma das delícias de ser mãe é levar o seu filhote para brincar no parquinho ou na praça, para que ele se divirta, aprenda e interaja com outros bebês. Mas é claro que o lugar onde o seu pequeno vai brincar deve ser limpinho, seguro e protegido. É por isso que o tapete para atividades da Babette Bebê é super útil!


O tapete de atividades tem formato de tatame e é feito com forro macio e emborrachado e base antiderrapante. É antialérgico e atóxico, além de não transmitir a temperatura do chão para o bebê e não absorver água. O seu transporte é prático, permitindo ser dobrado e levado para qualquer lugar. A estampa, colorida e divertida, estimula visualmente o bebê e garante horas de entretenimento!


Para deixar seu bebê à vontade brincando no chão ou até para os que estão começando a engatinhar o tapete de atividades é perfeito, pois oferece um excelente amortecimento graças às suas camadas de espuma interna. As mamães também podem brincar nele, lembrando apenas de retirar os calçados antes. Para limpá-lo, basta um pano úmido.



Que tal garantir o seu e conferir as novidades da Babette Bebê? Venha à nossa loja em Botafogo ou acompanhe as novidades pelo site:


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Dicas para mães de primeira viagem: como contar o tempo de gravidez?

Há sempre dúvidas sobre a contagem da gravidez. Afinal, contam-se semanas ou meses? Quando uma mãe é perguntada sobre sua gestação, no geral, ela costuma responder em meses, pois é mais fácil para a pessoa identificar. Só quem já passou pela maternidade pergunta “quantas semanas?”. Se você é mãe de primeira viagem e ainda não sabe contar, calma. Abaixo, vamos explicar como funciona. 

O correto é contar em semanas. A contagem em meses não é errada, porém não determina a data real do nascimento do bebê. Para informar sobre a gestação aos amigos e familiares, pode falar em meses, pois é mais fácil para eles identificarem o tempo. Já para a sua contagem, essa sim, deve ser feita igual ao do seu médico: em semanas.


A gravidez dura 40 semanas, ou 280 dias, contadas a partir do primeiro dia da última menstruação. Isso porque não dá para saber com precisão o dia em que ocorreu a concepção (fecundação do óvulo), o que acontece aproximadamente duas semanas após, no caso de mulheres que têm um ciclo menstrual de 28 dias. Caso, a mulher não tenha a data da última menstruação na cabeça, apenas na ultrassonografia que será possível saber qual o tempo de gravidez. O embrião será medido (ou o saco gestacional) e comparado a uma medida referencial. O importante é a mãe fazer o exame até a 13ª semana, pois após esse tempo, os fetos crescem com ritmos diferentes e fica dificil precisar a data.

40 semanas - 2 semanas antes da concepção = 38 semanas = 266 dias.





Venham visitar a nossa loja: www.babettebebe.com.br 


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

8 dicas para viajar de avião com bebês

Vai viajar nas férias e está com dúvidas sobre como viajar de avião com o seu bebê? Calma. Selecionamos 8 dicas de cuidados para o pouso e decolagem serem tranquilos.

Confira!




1. A partir de que idade o bebê pode viajar de avião?
Se o recém-nascido tem menos de sete dias de vida, entre em contato com a companhia aérea para confirmar a idade permitida para embarque naquela empresa. A maioria delas só aceita crianças a partir de uma semana de nascimento, mas os médicos recomendam que se não for uma emergência, viaje apenas após os dois meses, ou mais. 

2. O que fazer para evitar as dores no ouvido?
Para evitar dores de ouvido ou infecções, é lavar o nariz. Pois com a pressão, a secreção que está na garganta pode subir pela trompa de Eustáquio, que é o canal que liga nariz e ouvido à garganta. A criança sente dores na hora e depois surge a infecção. A limpeza deve ser feita no mesmo dia, antes da viagem. Segundo informações da ANAC, as dores no ouvido ocorrem na fase do pouso. Dica: para alíviar esse sintoma, recomenda-se que a criança mame no peito ou na mamadeira, chupe chupeta ou beba água no copo. 

3. Posso levar minha farmacinha do bebê?
De acordo com a ANAC, a entrada de medicamentos em outros países poderá sofrer fiscalização sanitária. Portanto, leve na bagagem de mão somente o que for necessário para ser usado no período da viagem, sempre com prescrição médica com o nome do paciente e na embalagem original para melhor identificação na hora da inspeção. O que for sobressalente, leve na mala despachada. 




4. Papinhas e mamadeira podem ser levadas no voo?
A regra é a mesma dos medicamentos: somente a quantidade necessária para uso durante o voo e levados na mala de mão, ou na do bebê. O permitido, segundo a ANAC, é levar mamadeiras e alimentos infantis industrializados. Por isso, coloque na sua lista de viagem itens como papinha, leite em pó e a mamadeira. 

5. Meu filho está doente: ele pode viajar?
"Digo que criança doente não viaja, a não ser para ir ao hospital. Um resfriado tudo bem, mas isso pode evoluir para uma otite durante o voo por causa da pressão. No alto, a pressurização muda e quanto menor a pessoa, menos oxigênio ela tem. Essa situação também pode diminuir a imunidade, facilitando a entrada de outras doenças ou piora do quadro", afirma Sylvio Monteiro, médico pediatra, da MBA Pediatria e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

6. Quais vacinas o bebê precisa tomar para viajar?
No Brasil, a única vacina necessária em alguns estados é a da febre amarela. "Mas ela só é aplicada aos nove meses. Outra vacina importante é contra a influenza (gripe), dada aos bebês com seis meses", explica o médico. 

7. Como distrair o bebê durante o voo?
Para a viagem ser mais tranquila, amamente o bebê no início da decolagem que ele vai dormir em seguida. Sylvio Monteiro explica que os bebês costumam cumprir o tempo e horário de sono que estão acostumados. "Se for um voo longo, de 12 horas, por exemplo, ele vai dormir por cerca de nove horas e vão faltar apenas três horas. Mas o melhor calmante para o bebê é o colo da mãe.".

8. Antes de comprar o bilhete...
Primeiro de tudo, certifique-se de que você tem a documentação correta para embarcar com seu filho: carteira de identidade ou certidão de nascimento do bebê para voos nacionais e passaporte para viagens internacionais. Opte pelos voos noturnos e os assentos da primeira fileira, já que o espaço é prioritário para crianças em berços e desacompanhadas, além de outros casos como passageiros acompanhados de cão-guia, e oferece maior conforto para colocar, por exemplo, uma cadeirinha de bebê (que seja certificada para uso aeronáutico).


Texto retirado do site GNT. Consultoria da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do médico pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da MBA Pediatria e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Horários de Funcionamento em Dezembro

Dezembro chegou e os nossos horários especiais de funcionamento já estão em andamento!
Confira as datas e venha nos visitar! Temos várias novidades para você montar o enxoval e roupinhas lindas e fofas para deixar os pequeninos ainda mais encantadores!





segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Verão: saiba como proteger o bebê do sol e do calor

O verão está chegando e os passeios ao ar livre, na praia, na piscina estão liberados. Para levar os pequenos para aproveitar todas as maravilhas da estação mais quente do ano, o mais importante é protegê-los do sol e do calor. Selecionamos algumas dicas, confira!



1. Vista o bebê com tecidos leves e fibras naturais, de preferência algodão: tecidos fresquinhos são superconfortáveis, por isso evite roupas feitas de fibras sintéticas, porque elas retêm o calor e incomodam o bebê. Podem causar até brotoejas e assaduras. Não deixe o sol bater direto na pele delicada da criança por longos períodos, especialmente se ela ainda for muito novinha.



2. Filtro solar: os pediatras costumam recomendar o uso de filtros solares a partir dos 6 meses. Use o tipo recomendado pelo médico, pois há grandes variações na composição química desses produtos. Chapéus não podem ser apertados, e precisam ter as abas largas. Chapéus ou bonés com elástico podem atrapalhar a circulação do sangue.



3. Fique à sombra ou dentro de casa nos horários mais quentes (das 10h às 17h): Quando o bebê é pequeno, o melhor é ficar em ambientes cobertos nas horas de mais calor. Se você precisa sair no sol, proteja bem a criança. Para passeios ao ar livre, prefira o começo da manhã ou o final da tarde. Tire colchõezinhos ou colchas do carrinho para a temperatura dentro dele não subir demais.



4. Deixe a criança algum tempo sem fralda: se estiver muito quente, deixe o bebê pelado. Pode ser na hora de uma soneca da tarde, por exemplo, num lugar de fácil lavagem para o caso de ele fazer xixi ou cocô. O suor se acumula nas áreas plásticas da fralda descartável e causa irritações como a brotoeja e a assadura. Você pode até tentar usar fraldas de pano, se a pele do seu filho estiver irritada demais.



5. Dê muito líquido: nos dias de calor intenso, amamente o bebê com mais frequência. No caso de crianças maiores, dê bastante água, suco de fruta e água de coco. Bebês de menos de 6 meses que mamam no peito não precisam tomar água, mesmo no calor. Estudos já mostraram que, desde que os bebês sejam amamentados quando pedem, eles não ficam desidratados.



6. Evite o talco: Muitas mães passam bastante talco nos bebês depois do banho para mantê-los frescos. Na verdade, o contato do talco na pele molhada pode causar irritação e desconforto. Além disso, as partículas do pó do talco são tão finas que podem entrar no pulmão da criança, causando problemas graves.



7. Reduza o uso de óleos ou cremes no bebê: Se estiver muito quente, óleos infantis usados para massagem podem colaborar para o surgimento de dermatite ou brotoejas se não forem bem retirados no banho. Não use cremes hidratantes em excesso e, se o bebê for sair no sol, evite cremes antiassaduras dentro da fralda, para permitir que a pele respire melhor.




8. Não deixe seu filho usar óculos de plástico sob o sol: a passagem da luz solar por óculos de plástico transparente colorido pode prejudicar os olhos do bebê. Óculos escuros infantis têm de ter proteção contra os raios ultravioletas do sol. Na dúvida, é melhor não usar.




Fonte: site Babycenter.com.br 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Kits Babette Bebê: ótimas opções de enxoval para presentear

Qual mamãe não ama ganhar presentes assinados pela palavra praticidade? E esses kits da Babette Bebê são um sonho para quem deseja presentear a futura mamãe, pois são compostos por peças super fofas,  pré-selecionadas e indispensáveis para o enxoval do bebê!

Confira!


O Kit Lençol de berço e toalha de banho contém 1 lençol de berço (3 peças padrão americano em percal 100% algodão) e uma toalha de banho esponja 100% algodão. Temos disponíveis em estampas variadas.


Já o Kit Bebê vem com um sapatinho de linha, vira manta com bordado e cueiro em malha 100% algodão. Também temos nas mais variadas cores e o tamanho é único.



Venha conferir essas e outros itens para montar o seu enxoval: www.babettebebe.com.br 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

12 Dicas de como tirar fotografias em festa de 1 ano

Festa de um aninho é aquela alegria. Os pais estão eufóricos para viver cada momento lindo do primeiro aniversário do pequeno. Eles preparam tudo com tanto carinho, decoração, buffet... E quando a festa é mais simples e não terá fotógrafo, vale a pena conferir essas dicas a seguir para registrar os momentos importantes e não perder nenhum detalhe. Com esses truques o álbum ficará lindo!



Anote!


1. Início

Aproveite o começo da festa que a criança está bem disposta e tire fotos posadas, principalmente, próxima a decoração. Registre também os momentos antes da festa, a hora da preparação. O álbum ficará mais completo. Aproveite também, já que os convidados ainda não chegaram e tudo está mais calmo, para clicar a criança com os pais e parentes mais próximos.


2. Durante

Fotografe o aniversariante brincando, se divertindo, explorando sua festa. Deixe a criança brincar e aproveite para fazer fotos espontâneas, sem chamá-la. Fotos espontâneas são bem mais interessantes e emocionarão quem olhar o álbum. A piscina de bolinhas costuma render lindos sorrisos.



3. Recepcionando os convidados

A criança tem uma reação diferente com cada pessoa que chega à festa. Como não dá para prever, esteja preparado para registrar tudo!


4. Antes do parabéns

Se o pequeno aniversariante for trocar de roupa antes de cantar o parabéns, aproveite para fazer um making of! Registre tudo, pois as fotos rendem boas lembranças no álbum. Muitas mães mandam fazer roupas e acessórios com o tema da festa e gostam de guardar esse registro.

5. A hora do parabéns

É praticamente a hora mais importante da festa! Fique atento para não perder nenhuma reação do aniversariante. Um segundo de distração e você deixa de registrar um momento superimportante.

6. Explorando

Crianças são naturalmente curiosas. Aproveite para registrar esta curiosidade. 




7. Surpresa!

“A boneca que eu queria!” Não perca as reações da aniversariante, pois elas rendem lembranças maravilhosas.



8. Crianças são imprevisíveis

Respeite o tempo da criança. Tem horas em que ela chora, faz birra, não quer ser fotografada... Nestes momentos, pare de fotografar e brinque, converse, vá aonde ela quer ir. As fotos naturais são as melhores.

9. Luz natural

A maioria dos aniversários de crianças é durante o dia – até para os pequenos aproveitarem mais. Então use a luz natural a seu favor. E ambientes abertos são o máximo para fotografar a criançada.

 


10. Energia nova

Depois da soneca é um ótimo momento para fotografar a criança, pois ela estará descansada e com o pique renovado.

11. Irmãos

Uma foto importantíssima e que não pode faltar de jeito nenhum no álbum é do aniversariante com os irmãos! Capriche.

12. Todo o esforço será recompensado

Sim, cansa só de pensar: crianças são ligadas no 220 e, para conseguir boas fotos, você vai ter que correr pra acompanhá-las. Mas o resultado sempre compensa. 



Fonte: Bebe.com.br (Abril)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Calendário de vacinação: conheça cada vacina que seu filho deve tomar até 1 aninho

Uma das maiores preocupações dos pais é manter os filhos saudáveis. Para prevenir os males, eles podem contar com as vacinas, aliadas do combate a várias doenças, muitas delas, típicas da infância. Sendo assim é importante saber quais vacinas seu filho deve tomar e quando. Ter em mãos o calendário de vacinação é fundamental para proteger seu filho de doenças graves. O modelo que segue abaixo foi feito com base no Programa Nacional de Imunizações (PNI), do governo brasileiro, e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Imprima e guarde junto aos documentos importantes do bebê.



==> Ao nascer

Públicas (PNI): BCG / Hepatite B
O que o esquema particular (SBP) tem de diferente: Nada. 

BCG: Dose única dada no primeiro mês depois de nascimento, em bebês com mais de 2 kg, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Se a cicatriz não se formar, recomenda-se uma segunda dose após 6 meses.
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.

Hepatite B: Primeira dose do total de três ou quatro, dependendo do tipo. Dada de preferência nas primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois do nascimento -- quanto antes melhor.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

 

==> 2 meses

Públicas: Pentavalente brasileira (DTP + Hib + hepatite B) / pólio inativada / Rotavírus monovalente / Pneumocócica conjugada 10-valente
O que o esquema particular tem de diferente: Existe a versão acelular da DTP (DTaP), que dá menos reação, e que inclui a pólio, eliminando uma picada. Há uma vacina para o rotavírus protege contra cinco tipos do vírus, em vez de um só, mas se se aplica a rotavírus pentavalente serão necessárias três doses, em vez de duas. E existe uma pneumocócica que protege contra 13 tipos da bactéria, em vez de 10.

Pentavalente brasileira (DTP + Hib + hepatite B): Primeira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche, infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b (como meningite, pneumonia e outras) e segunda dose contra a hepatite B. É gratuita em postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio inativada: Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde substituiu a versão oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. Nos laboratórios particulares, pode ser encontrada junto com a pentavalente, formando a hexavalente, que economiza uma picada na criança.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa.

Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, também oral, mas o esquema completo será de três doses, em vez de duas.
Modo de aplicação: gotinhas.

Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010, portanto é gratuita. A da rede pública é contra 10 tipos da bactéria. Na rede particular existe uma versão que evita 13 tipos da bactéria (13-valente).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

 

==> 3 meses 

Pública: Meningococo C conjugada
O que o esquema particular tem de diferente: Nada.

Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

 

==> 4 meses


Públicas: Pentavalente brasileira (DTP + Hib + hepatite B) / Pólio inativada / Rotavírus oral / Pneumocócica conjugada 10-valente
O que o esquema particular tem de diferente: Opção de usar a versão acelular da DPT (DTaP), que causa menos reação, e já inclui a pólio inativada na mesma picada. Essa versão de pentavalente (DTaP, Hib, pólio inativada-IPV) é diferente da pentavalente brasileira, usada nos postos de saúde, que não contém a vacina contra pólio, e sim uma dose extra de vacina contra hepatite B. Novamente, existe uma vacina contra rotavírus que inclui 5 tipos do vírus, em vez de um só, e há uma opção da pneumocócica contra 13 tipos da bactéria, em vez de dez.

Observação: Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado quando recebeu estas vacinas aos 2 meses, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.

Pentavalente (DTP + Hib + hepatite B): Segunda dose. Contra difteria, tétano, coqueluche, infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b e contra a hepatite B. É gratuita em postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio inativada: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). Substituiu a da gotinha, que era a Sabin. Na rede particular, pode ser dada junto com a DPaT + Hib, o que economiza uma picada na criança.
Modo de aplicação: Aplicada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Rotavírus: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus que causa vômito e diarreia. É dada de graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
Modo de aplicação: gotinha.

Pneumocócica: Segunda dose. Previne alguns tipos de pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. A da rede pública protege contra 10 tipos de bactéria. Na rede particular existe uma versão que protege contra até 13 tipos. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

 

==> 5 meses


Pública: Meningococo C conjugada
O que o esquema particular tem de diferente: Nada.

Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite e outras doenças, como a infecção no sangue. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.

 

==> 6 meses

Públicas: Pentavalente brasileira (DTP + Hib + hepatite B) / Pólio oral (VOP) / Pneumocócica conjugada 10-valente/ Gripe (no outono)
O que o esquema particular tem de diferente: Opção particular: A versão acelular da DPT (DPaT) dá menos reação. Também existe uma versão que junta a pentavalente semelhante à dada pelo governo com a pólio inativada, formando a hexavalente, mas a própria Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a forma oral da vacina contra a pólio a partir dos 6 meses. As vacinas contra rotavírus e a pneumocócica têm versões mais completas.

Observação: Terceira dose das vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses, mais a terceira dose da hepatite B. Se, com alguma dose anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.

DTP + Hib + hepatite B: Terceira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche, infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b e hepatite B (quarta dose). É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa versão está disponível na rede particular. Não é obrigatório usar o mesmo tipo de formulação das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio: Terceira dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria também recomenda a vacina oral (gotinha) aos 6 meses, desde que as duas primeiras doses tenham sido tomadas na versão da pólio inativada (VIP), que já é a padrão no sistema público também. Mas, a critério médico, pode ser dada a pólio inativada, na rede pública, junto com a DTaP + Hib + hepatite B, formando a hexavalente.
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin ou VOP) é em forma de gotinhas. Já a inativada (também chamada de Salk ou VIP) é aplicada junto com a hexavalente, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Rotavírus: Terceira dose, prevista apenas no esquema de vacinação da rede particular (pentavalente, com esquema completo de três doses, aos 2, 4 e 6 meses). É obrigatória se criança tomou as duas primeiras doses da pentavalente.
Modo de aplicação: gotinhas.

Pneumocócica: Terceira dose. Previne alguns tipos de pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira e da segunda doses (atenção se tiver dado as doses anteriores na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Gripe: A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a aplicação da vacina contra a gripe (influenza) todos os anos para crianças de 6 meses a 5 anos. A cada ano o Ministério da Saúde oferece a vacina gratuitamente para determinada faixa etária (atualmente de 6 meses a 2 anos). A vacina da gripe deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com intervalo de um mês. É preciso reaplicar a vacina todo ano, porque todo ano o vírus muda.

==> 9 meses

Pública: Febre amarela
O que o esquema particular tem de diferente: Nada.

Febre amarela: Dose única da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco, ou que se dirijam a elas. Estados em que se recomenda a vacinação: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, partes dos Estados de São Paulo, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Informe-se com o pediatra ou na unidade básica de saúde. Dada gratuitamente nos postos de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.

==> 1 ano

Públicas: Pneumocócica / Tríplice viral (Obs.: No Estado de São Paulo, estão previstas com 1 ano a tríplice viral e a meningocócica C, em vez da pneumocócica. É apenas uma troca de ordem.)
O que o esquema particular tem de diferente: Tem uma dose a mais da vacina contra catapora, sendo a primeira com 1 ano e a segunda com 1 ano e 3 meses. No esquema gratuito, a vacina contra catapora é dada apenas com 1 ano e 3 meses. O esquema particular também inclui a vacina contra hepatite A, e já recomenda a vacinação contra meningocócica e a pneumocócica (disponível em versão mais completa), enquanto pelo programa público o reforço da meningocócica é feito em geral com 1 ano e 3 meses.

Tríplice viral (SRC, ou MMR): Primeira dose. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.

Catapora (Varicela): Primeira dose de duas. Pode ser dada em uma picada isolada, no mesmo dia que a tríplice viral, ou na mesma picada, na quádrupla viral. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, observou-se que na versão com duas picadas separadas houve menos ocorrência de febre como efeito colateral. No Programa de Nacional de Imunizações é dada dentro da quádrupla viral, com aplicação única com 1 ano e 3 meses.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço.

Hepatite A: Primeira dose de duas. Não faz parte do calendário do governo, portanto está disponível apenas em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O esquema sugerido é com 1 ano, mas o início pode ser adiado por alguns meses para dividir o número de aplicações. A segunda dose é dada seis meses depois da primeira.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Meningococo C conjugada: Dose de reforço. No calendário do governo, o reforço gratuito está previsto para 1 ano e 3 meses. Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, o reforço pode ser dado em qualquer momento entre 1 ano e 1 ano e 6 meses, e no Estado de São Paulo ela é aplicada nos postos de saúde com 1 ano. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Pneumocócica conjugada: Dose de reforço, segundo o calendário do Programa Nacional de Imunizações. Pode ser aplicada a qualquer momento entre 1 ano e 1 ano e 11 meses, mas a versão gratuita é dada com 1 ano. Em São Paulo, os postos de saúde a aplicam com 1 ano e 3 meses. Não há problema se houver diferença entre o tipo de vacina das primeiras doses e do reforço (10-valente ou 13-valente).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou às vezes no bumbum.


 Fonte: Johnson's Baby


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Como organizar a mala de maternidade – da mamãe e do bebê

A hora está chegando! A gravidez já está adiantada e a ansiedade só aumenta. O enxoval está pronto, o quartinho do pequeno também... E a mala da maternidade? Está arrumada? Para evitar a correria, respire, e comece a organizar o que irá levar para você e para o seu bebê. O ideal é que a mala esteja pronta desde o sétimo mês de gestação para não haver desgastes desnecessários, afinal, você estará sobre muita pressão. Aqui vai uma lista com os itens essenciais para colocar na mala (nós temos vários modelos lindos!) com a quantidade suficiente para ficar três dias no hospital. 

Organize-se e aproveite o grande momento!


==> Para a mãe!

3 pijamas ou camisolas com abertura na frente

1 robe

3 sutiãs de amamentação

6 calcinhas grandes

1 par de chinelos

Objetos de higiene pessoal (desodorante, xampu, escova de dentes, hidratante)

Uma muda de roupa para voltar para casa

Os documentos exigidos pela maternidade e pelo convênio médico

Os telefones de quem você quer avisar após o nascimento

Elástico de cabelo, para a hora da amamentação

Absorventes (nem sempre o que o hospital oferece é o que você está acostumada a usar)

Um kit básico de maquiagem, como batom e corretivo


==> Para o bebê

6 macacões

6 bodies

6 calças com pé (não se assuste com a quantidade! O normal é o bebê trocar pelo menos duas vezes por dia de roupa na maternidade)

2 casaquinhos (se for inverno)

Kit com fraldas de boca

Enfeite para a porta do quarto e lembrancinhas

Opções de mala de maternidade disponíveis aqui, na Babette Bebê!



*DICAS IMPORTANTES

- Lave as roupas do bebê antes de usá-las (veja como fazer isso aqui)

- Deixe os conjuntos separados por troca. Assim, as enfermeiras não vão ter de perguntar para você a todo instante que roupa ele vai vestir

- Evite modelos com alfinetes, elásticos, golas e babados. Além de atrapalhar a amamentação, esses enfeites podem machucar o bebê

- Compre roupas com aberturas na frente e botões de pressão. Elas são bem mais práticas no momento da troca

- Não é necessário levar sapatinhos e meias, os macacões já cumprem a função de aquecer os pés do bebê. O mesmo vale para os produtos de higiene pessoal que, geralmente, são fornecidos pela maternidade. De qualquer forma, consulte o seu hospital

- Leve uma manta para enrolar o bebê – não só por causa do frio, mas também porque, com certeza, todo mundo vai querer pegá-lo no colo! As Saídas de maternidades são ótimas opções, pois vem com o bodie e a manta.



Fontes: Rosemaria Tarrilha Pirollo, gerente de enfermagem da Maternidade Pro Matre Paulista (SP); Silvia Aline Espósito, enfermeira supervisora do Hospital Santa Catarina (SP) - site Revista Crescer

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Natal na Babette Bebê: confira algumas roupinhas para seus filhos celebrarem a data!

A Babette Bebê já está em clima de Natal! Nossa loja está preparada para receber toda a família na época mais emocionante do ano. Venha conferir nossa decoração especial e as novidades em enxoval e roupinhas fofas para seus filhotes passarem mais lindos ainda as festas de final de ano! 

Confira algumas opções!

  • Para as meninas! 

Vestido florido verde e rosa: com manga japonesa em tecido 100% algodão. Disponível apenas nessa estampa! Temos nos tamanhos 1a, 2a e 3a.

Vestido Florido Verde e Rosa


Macacão passáros: curto confeccionado em malha 100% algodão com bordado.Disponível apenas na cor branca. Temos nos tamanhos RN, P, M e G. 

Macacão Pássaros



  • Para os meninos!


Conjunto pólo: são duas peças fofas, camiseta pólo meia manga e bermuda em sarja 100% algodão. Temos apenas nessas cores. 

Conjunto Pólo


 
Macacão xadrez: modelo curto com gola em tecido xadrez 100% algodão.Apenas nessa estampa. Temos nos tamanhos P, M e G. 

Macacão Xadrez


Venha nos visitar!  www.babettebebe.com.br

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Chupeta: descubra 6 coisas sobre o item indispensável no enxoval do bebê

A chupeta divide opiniões de mães, médicos e especialistas da área infantil. Contudo, antes de decidir se o item é vilão ou mocinho, o importante é descobrir mais sobre o assunto antes de decidir se seu filhote irá usá-la ou não. A seguir, seis coisas que toda mamãe precisa saber tais como, se prejudica o aleitamento e a dentição ou até quando a criança pode usar, entre outros questionamentos.



Confira!





1 - Atrapalha a amamentação? 
Vários estudos indicam que sim. Tanto é que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) recomendam oficialmente a não utilização de bicos e chupetas desde o nascimento. A musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. Quem apesar disso decidir oferecer a chupeta ao bebê só deve fazê-lo quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança.

2 – Prejudica a dentição? 
Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. O uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração, na postura corporal, na fala e na mastigação. Se for usar, sempre opte pelos tipos ortodônticos.




3 – Até que idade meu filho pode usá-la? 
Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.




4 – O que é pior, chupeta ou dedo? 
O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.




5 – A chupeta alivia a cólica do bebê? 
Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica. 





6 - Que cuidados devo tomar com a higiene? 
A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente. E ser trocada a cada dois meses.



Fontes: site Revista Crescer (Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo; Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dicas de viagem: tipos de praias ideais para levar seu bebê

O feriadão de novembro chegou! E com ele o início da abertura das férias de final de ano. Muitas famílias escolhem o litoral para passar dias tranquilos. Se você faz parte deste grupo e tem um bebê lindo, precisa selecionar com cuidado a praia que irá. O local para ser perfeito precisa cumprir vários requisitos para ser um paraíso para você e para o bebê! Confira algumas dicas e aproveite!


1. Com infra-estrutura: sem isso não dá, afinal, praia não pode significar dor de cabeça. Portanto, opte por lugares que tenham boas condições hoteleiras, alimentares e, principalmente, sanitárias.


2. Não vá para um hotel isolado: nessas horas o ideal é escolher um resort ou uma pousada de fácil acesso para o caso de emergências. Na hora de ir à praia, escolha ficar perto do hotel onde está hospedado, pois o bebê pode sentir sono ou fome fora do horário, pode se sujar além de uma simples troca de roupa. Em casos mais complicados, ele pode vir a ter febre repentina, dado o fato de estar fora de casa e vivendo uma situação diferente do cotidiano.


3. Escolha um local cômodo para você e o bebê: se instale numa faixa de areia que tenha uma "base de apoio" por perto, para trocas de fralda, alimentação e um soninho da tarde. Se conseguir chegar ao hotel, pousada ou casa de praia em uma rápida caminhada, melhor.


4. Resorts, ótima opção: Alguns voltados para famílias contam com facilidades como berçário e copas de bebê equipadas com frutas, microondas, geladeiras e cadeirões. Caso não seja possível se hospedar tão perto do mar, escolha uma praia que tenha pelo menos um banheiro limpinho nas redondezas (pode ser o de um restaurante ou de uma barraca confiável e bem estruturada).


5. Evite praias sujas: Informe-se sobre a qualidade da água na imprensa local -- as entidades estaduais costumam divulgar boletins com o nível de poluição de cada praia.


6. Praias barulhentas: Fuja das praias onde se ouve música alta o dia inteiro. Não pense que "se eu gosto, meu filho vai gostar também" -- bebês têm ouvidos sensíveis e podem se irritar facilmente.


Fonte: Babycenter.com

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Maternidade: Enfeite para porta e lembrança Babette Bebê

Quando a mamãe vai para a maternidade, o lugar vira a sua segunda casa. Por alguns dias, esse será o endereço da nova família, portanto, se tornará o ponto de encontro de familiares e amigos. Então, nada como receber os visitantes de maneira singela e agradecê-los com mimos a visitinha fofa de boas vindas. Para essa ocasião especial, nós temos dois itens indispensáveis para quem deseja ser anfitriões de primeira grandeza: o Enfeite para porta de maternidade e a lembrança de maternidade. O primeiro é uma maneira de apresentar a todos a chegada do filhote e o segundo é um gesto de carinho para aqueles que tiraram uma horinha do dia para celebrar o nascimento do seu pequeno. 

Que tal?



Enfeite para porta de maternidade: feito em tecido com aplicação. Disponível em estampas e cores variadas. Produto sob encomenda. Tamanhos: 20 x 20 cm




Lembrança de maternidade vaso de flores: Kit composto de vaso e vinte unidades de lápis com enfeite tulipa em tecido. Confeccionado sob encomenda, por isso a cor é o cliente quem escolhe.



Visite nosso site: www.babettebebe.com.br 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

7 Dicas para os pais de primeira viagem

Hoje o post é para os pais de primeira viagem que querem ajudar, mas quase sempre se atrapalham nas tarefas do dia a dia. Para ser participativo, a mamãe deve inseri-lo na rotina do bebê para que ele se sinta seguro na realização das tarefas. Para a mulher parece fácil, já que desde pequena esse universo é muito presente, desde os tempos de brincar de boneca. Porém, com os homens é diferente -eles podem ser atenciosos e participativos, mas o traquejo na hora de segurar o bebê ou dar banho, por exemplo, se tornam um bicho de sete cabeças. Certos momentos, como colocar o pequeno para dormir é importante para criar laços e assim fortificar a relação entre pai e filho. Com algumas orientações práticas, os papais irão tirar de letra. Entregue essas 7 dicas para ele  e boa sorte!

Confira!


1. Manuseie o bebê com cuidado: o recém-nascido é muito frágil, por isso precisa de cuidados extras ao ser envolto nos braços. Por isso, fique atento com a sustentação da cabeça e pescoço. Ao pegá-lo no colo, dê apoio, principalmente, a essas regiões para não sacudir o corpinho. Para acordá-lo, faça cosquinhas delicadamente nos pés ou sopre, suavemente, o rosto.




2. Troque as fraldas sem medo: o primeiro passo é ter todo o material necessário para trocar o bebê, além das fraldas: creme para assaduras, água morna, algodão e lenços umedecidos formam o kit de higiene. Papais devem ter a mão suave para limpar a região genital de meninos ou meninas. E lembre-se de lavar as mãos antes e depois de cada troca.



3. Banho pede atenção à temperatura da água: segure a cabeça com uma mão e coloque-o na banheira, ou no balde (como sugerem as mais modernas) com a outra. A temperatura da água deve estar morna (o teste pode ser feito com o contato do cotovelo ou das mãos do papai na água). Com as pontas dos dedos, lave a cabeça com cuidado para não cair xampu nos olhos. Para isso, coloque a mão sobre a testa do pequeno. Em seguida, passe sabonete sem perfume no restante do corpo. Após o banho, envolva o filho com toalha dos pés à cabeça.



4. Bebê não dorme de bruços: o ideal é colocar o bebê para dormir de barriga para cima, pois assim ele consegue tossir, chamando a atenção dos pais e evitando problemas graves como engasgar por causa do refluxo.



5. Choros têm timbres e horas diferentes: o choro varia entre as crianças, precisando de convívio para relacionar intensidade com motivo do pranto. Mas no geral indicam fome, sede, fralda suja, calor, frio e até mesmo cólica. Quanto maior o contato com o bebê, mais fácil identificar o que o aflige e corrigir no menor tempo possível.


6. Alimente o pequeno com cuidado: quando o pequeno passa a contar com a mamadeira para se alimentar, ele consome entre 50 e 90 ml de leite a cada mamada. Depois de tomar todo o leite, o ideal é colocá-lo para arrotar, assim, mantenha o bebê de pé apoiado no corpo com a cabeça sobre seu ombro. Sustente as costas e cabeça com uma mão e dê tapinhas nas costas. As famosas papinhas, doces ou salgadas, só podem ser introduzidas a partir do sexto mês. Neste caso, a atenção fica por conta dos alimentos, que devem ser frescos. Também tome cuidado com a temperatura da comida, assim, experimente antes de levar à boca do bebê.


7. Não tente competir com a mãe: por uma ligação mais próxima com a mãe, que o amamenta, ou que passa mais tempo com o bebê, eles têm um elo especial, e o pai deve entender isso sem crise. Cabe ao papai estar presente e participar da vida do novo membro da família o máximo de tempo possível. Segure o bebê quando quiser, sorria para o bebê quando tiver vontade. Estabelecer o vínculo é mais simples do que você imagina.

Com todas as dicas dos especialistas anotadas o super pai está pronto para assumir o papel que lhe cabe. Se surgir qualquer dúvida vale procurar um profissional.


Fonte: site Terra