segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Chupeta: descubra 6 coisas sobre o item indispensável no enxoval do bebê

A chupeta divide opiniões de mães, médicos e especialistas da área infantil. Contudo, antes de decidir se o item é vilão ou mocinho, o importante é descobrir mais sobre o assunto antes de decidir se seu filhote irá usá-la ou não. A seguir, seis coisas que toda mamãe precisa saber tais como, se prejudica o aleitamento e a dentição ou até quando a criança pode usar, entre outros questionamentos.



Confira!





1 - Atrapalha a amamentação? 
Vários estudos indicam que sim. Tanto é que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) recomendam oficialmente a não utilização de bicos e chupetas desde o nascimento. A musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. Quem apesar disso decidir oferecer a chupeta ao bebê só deve fazê-lo quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança.

2 – Prejudica a dentição? 
Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. O uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração, na postura corporal, na fala e na mastigação. Se for usar, sempre opte pelos tipos ortodônticos.




3 – Até que idade meu filho pode usá-la? 
Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.




4 – O que é pior, chupeta ou dedo? 
O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.




5 – A chupeta alivia a cólica do bebê? 
Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica. 





6 - Que cuidados devo tomar com a higiene? 
A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente. E ser trocada a cada dois meses.



Fontes: site Revista Crescer (Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo; Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dicas de viagem: tipos de praias ideais para levar seu bebê

O feriadão de novembro chegou! E com ele o início da abertura das férias de final de ano. Muitas famílias escolhem o litoral para passar dias tranquilos. Se você faz parte deste grupo e tem um bebê lindo, precisa selecionar com cuidado a praia que irá. O local para ser perfeito precisa cumprir vários requisitos para ser um paraíso para você e para o bebê! Confira algumas dicas e aproveite!


1. Com infra-estrutura: sem isso não dá, afinal, praia não pode significar dor de cabeça. Portanto, opte por lugares que tenham boas condições hoteleiras, alimentares e, principalmente, sanitárias.


2. Não vá para um hotel isolado: nessas horas o ideal é escolher um resort ou uma pousada de fácil acesso para o caso de emergências. Na hora de ir à praia, escolha ficar perto do hotel onde está hospedado, pois o bebê pode sentir sono ou fome fora do horário, pode se sujar além de uma simples troca de roupa. Em casos mais complicados, ele pode vir a ter febre repentina, dado o fato de estar fora de casa e vivendo uma situação diferente do cotidiano.


3. Escolha um local cômodo para você e o bebê: se instale numa faixa de areia que tenha uma "base de apoio" por perto, para trocas de fralda, alimentação e um soninho da tarde. Se conseguir chegar ao hotel, pousada ou casa de praia em uma rápida caminhada, melhor.


4. Resorts, ótima opção: Alguns voltados para famílias contam com facilidades como berçário e copas de bebê equipadas com frutas, microondas, geladeiras e cadeirões. Caso não seja possível se hospedar tão perto do mar, escolha uma praia que tenha pelo menos um banheiro limpinho nas redondezas (pode ser o de um restaurante ou de uma barraca confiável e bem estruturada).


5. Evite praias sujas: Informe-se sobre a qualidade da água na imprensa local -- as entidades estaduais costumam divulgar boletins com o nível de poluição de cada praia.


6. Praias barulhentas: Fuja das praias onde se ouve música alta o dia inteiro. Não pense que "se eu gosto, meu filho vai gostar também" -- bebês têm ouvidos sensíveis e podem se irritar facilmente.


Fonte: Babycenter.com

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Maternidade: Enfeite para porta e lembrança Babette Bebê

Quando a mamãe vai para a maternidade, o lugar vira a sua segunda casa. Por alguns dias, esse será o endereço da nova família, portanto, se tornará o ponto de encontro de familiares e amigos. Então, nada como receber os visitantes de maneira singela e agradecê-los com mimos a visitinha fofa de boas vindas. Para essa ocasião especial, nós temos dois itens indispensáveis para quem deseja ser anfitriões de primeira grandeza: o Enfeite para porta de maternidade e a lembrança de maternidade. O primeiro é uma maneira de apresentar a todos a chegada do filhote e o segundo é um gesto de carinho para aqueles que tiraram uma horinha do dia para celebrar o nascimento do seu pequeno. 

Que tal?



Enfeite para porta de maternidade: feito em tecido com aplicação. Disponível em estampas e cores variadas. Produto sob encomenda. Tamanhos: 20 x 20 cm




Lembrança de maternidade vaso de flores: Kit composto de vaso e vinte unidades de lápis com enfeite tulipa em tecido. Confeccionado sob encomenda, por isso a cor é o cliente quem escolhe.



Visite nosso site: www.babettebebe.com.br 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

7 Dicas para os pais de primeira viagem

Hoje o post é para os pais de primeira viagem que querem ajudar, mas quase sempre se atrapalham nas tarefas do dia a dia. Para ser participativo, a mamãe deve inseri-lo na rotina do bebê para que ele se sinta seguro na realização das tarefas. Para a mulher parece fácil, já que desde pequena esse universo é muito presente, desde os tempos de brincar de boneca. Porém, com os homens é diferente -eles podem ser atenciosos e participativos, mas o traquejo na hora de segurar o bebê ou dar banho, por exemplo, se tornam um bicho de sete cabeças. Certos momentos, como colocar o pequeno para dormir é importante para criar laços e assim fortificar a relação entre pai e filho. Com algumas orientações práticas, os papais irão tirar de letra. Entregue essas 7 dicas para ele  e boa sorte!

Confira!


1. Manuseie o bebê com cuidado: o recém-nascido é muito frágil, por isso precisa de cuidados extras ao ser envolto nos braços. Por isso, fique atento com a sustentação da cabeça e pescoço. Ao pegá-lo no colo, dê apoio, principalmente, a essas regiões para não sacudir o corpinho. Para acordá-lo, faça cosquinhas delicadamente nos pés ou sopre, suavemente, o rosto.




2. Troque as fraldas sem medo: o primeiro passo é ter todo o material necessário para trocar o bebê, além das fraldas: creme para assaduras, água morna, algodão e lenços umedecidos formam o kit de higiene. Papais devem ter a mão suave para limpar a região genital de meninos ou meninas. E lembre-se de lavar as mãos antes e depois de cada troca.



3. Banho pede atenção à temperatura da água: segure a cabeça com uma mão e coloque-o na banheira, ou no balde (como sugerem as mais modernas) com a outra. A temperatura da água deve estar morna (o teste pode ser feito com o contato do cotovelo ou das mãos do papai na água). Com as pontas dos dedos, lave a cabeça com cuidado para não cair xampu nos olhos. Para isso, coloque a mão sobre a testa do pequeno. Em seguida, passe sabonete sem perfume no restante do corpo. Após o banho, envolva o filho com toalha dos pés à cabeça.



4. Bebê não dorme de bruços: o ideal é colocar o bebê para dormir de barriga para cima, pois assim ele consegue tossir, chamando a atenção dos pais e evitando problemas graves como engasgar por causa do refluxo.



5. Choros têm timbres e horas diferentes: o choro varia entre as crianças, precisando de convívio para relacionar intensidade com motivo do pranto. Mas no geral indicam fome, sede, fralda suja, calor, frio e até mesmo cólica. Quanto maior o contato com o bebê, mais fácil identificar o que o aflige e corrigir no menor tempo possível.


6. Alimente o pequeno com cuidado: quando o pequeno passa a contar com a mamadeira para se alimentar, ele consome entre 50 e 90 ml de leite a cada mamada. Depois de tomar todo o leite, o ideal é colocá-lo para arrotar, assim, mantenha o bebê de pé apoiado no corpo com a cabeça sobre seu ombro. Sustente as costas e cabeça com uma mão e dê tapinhas nas costas. As famosas papinhas, doces ou salgadas, só podem ser introduzidas a partir do sexto mês. Neste caso, a atenção fica por conta dos alimentos, que devem ser frescos. Também tome cuidado com a temperatura da comida, assim, experimente antes de levar à boca do bebê.


7. Não tente competir com a mãe: por uma ligação mais próxima com a mãe, que o amamenta, ou que passa mais tempo com o bebê, eles têm um elo especial, e o pai deve entender isso sem crise. Cabe ao papai estar presente e participar da vida do novo membro da família o máximo de tempo possível. Segure o bebê quando quiser, sorria para o bebê quando tiver vontade. Estabelecer o vínculo é mais simples do que você imagina.

Com todas as dicas dos especialistas anotadas o super pai está pronto para assumir o papel que lhe cabe. Se surgir qualquer dúvida vale procurar um profissional.


Fonte: site Terra


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vestidos de festa para as princesinhas!


Chegou um evento e não sabe ainda o que irá vestir na sua filhota? Fique tranquila, pois aqui na Babette Bebê, nós temos vários vestidos lindos de festa que irão deixar as meninas ainda mais princesas! Nossas roupinhas são confeccionadas em tecido 100% algodão e/ou em malha, com estampas variadas, sempre com motivos fofos como lacinhos, frutas, poás, flores, entre outras. Tudo trabalhado na fofura nível máximo! 

Confira!






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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Estimule seus filhos com muitas brincadeiras: conheça algumas e divirta-se


Já é sabido que as brincadeiras fazem bem às crianças. Através delas, os pequenos são estimulados a desenvolver o equilíbrio, a coordenação neuromotora e rítmica, o raciocínio lógico e ainda a sociabilidade e a competitividade saudável. Além disso, a hora da brincadeira é o momento mais feliz onde as crianças dividem as risadas, interagem com outras crianças, com a família, gerando uma situação extremamente saudável tanto para os pais quanto para os pequeninos. E para entrar de vez nesse universo das brincadeiras, o interessante são os pais entenderem como cada uma delas funciona e o que são capazes de fazer em prol do desenvolvimento infantil. 

Vamos lá?


Amarelinha
Para montar a amarelinha, pegue um giz e faça no chão vários quadradinhos, que deverão ser intercalados com um e dois espaços, começando no número um e terminando no 10. Lembre-se de pintar o céu e a terra, onde a criança não deve pisar. Com uma pedrinha, basta jogar nos números e pegá-la no caminho



Vantagens: além de fazer movimentos mesclados com um e dois pés no chão, a criança tem a possibilidade de se familiarizar com os numerais. 


Pique esconde
Outra brincadeira muito famosa, o pique-esconde é divertido e pode envolver várias idades. Escolha um membro para fazer a contagem, que pode ir de 1 a 10 ou de 1 a 100, dependendo do número de participantes. Enquanto isso, os demais se escondem. Ao fim da contagem, o escolhido passa a procurar os amigos em todos os esconderijos possíveis. O primeiro a ser achado será o próximo a procurar.



Vantagens: estimula a noção de estratégia, de trabalho em equipe e até o controle da ansiedade para ser encontrado ou encontrar os escondidos.


Dança das cadeiras
Reúna as crianças e coloque uma cadeira a menos que o total de participantes. Coloque-as em circulos, uma de costas para a outra, e ligue a música. Quando parar o som, todos devem sentar rapidamente, aquele que ficou sem um lugar sai. A brincadeira progride até que dois participantes disputem a última cadeira. 



Vantagens: atenção e agilidade são requisitos básicos para a brincadeira. A atividade também ensina a lidar com a frustração, já que quem fica sem cadeira está fora do jogo.


Detetive
Essa brincadeira é ótima para crianças um pouco maiores e depende apenas de uma folha de papel e lápis. Conte quantos participantes estarão no jogo e faça papeizinhos para cada um deles: a maior parte deverá ter escrito "vítima", enquanto um receberá a palavra "policial" e o último, "ladrão". Feche os papéis, promova um sorteio e garanta que ninguém conte qual será seu personagem nesta rodada. Cabe ao "ladrão" desvendar quem são as vítimas, que estarão fora do jogo assim que ele piscar para elas. O "policial", por sua vez, deve perceber quem é o "ladrão" e dar voz de prisão antes que todas as vítimas tenham deixado a partida. 



Vantagens: esse jogo depende de concentração e, por isso, pede silêncio e muita observação das crianças. Além disso, ele também estimula a analisar as ações do outro e criar estratégias a partir disso.


Loucos por games
Ficou com saudade da sua época de criança? Pois é, a chamada velha infância pode atrair e muito os pequenos para um dia superdiferente. Se mesmo depois de diversas tentativas, contudo, seu filho ainda se mostrar mais inclinado aos games de tablets e videogames, o conselho do pediatra é dar preferência para aqueles com sensores de movimento, que deixam o corpo em atividade e permitem maior interação.



Fonte: site Daqui Dali


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Como tirar CPF, RG e Passaporte para bebês e crianças!

Quando se tem filhos há centenas de coisas para resolver no dia a dia. Porém, há outras que acabam esquecidas, mas que, num determinado momento, precisará ser feita, pois são fundamentais. Quer um exemplo? Surgiu uma viagem para o exterior na qual a família toda terá que ir. Mas seus filhotes ainda não tem passaportes. E então, o que fazer? Só resta correr contra o tempo, pois esse documento demora a ser expedido. Outras documentações também são importantes como RG e CPF. Por isso, mamãe, anote as dicas de como tirar esses documentos para você respirar tranquila e estar preparada para as diversas situações que estão por vir!

Confira! 

 

==> Passaporte 

 

Como tirar?

Antes de comparecer a um posto da Polícia Federal, os pais devem acessar o site da instituição para realizar um agendamento, preencher um formulário e pagar a taxa de emissão. No dia marcado, é preciso levar RG ou certidão de nascimento da criança, CPF e autorização expressa dos pais ou responsável legal para concessão do passaporte para menor conforme modelo disponível aqui. No caso de crianças menores de 3 anos, é necessário também levar uma foto de rosto 5X7, recente, colorida e em fundo branco. Isso porque os bebês podem ficar inquietos na hora de tirar a foto no local. Lá, o responsável terá também de preencher o Formulário de Autorização para Obtenção de Passaporte para Menor.

Por quê?
O passaporte é exigido para a entrada em outros países. O seu uso só é dispensável no caso de viagens pela América do Sul. Para visitar a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela, basta levar o RG da criança. Portanto, se você pretende viajar com o seu filho, deve se programar para tirar o documento com antecedência.

Quanto custa?
A taxa de emissão custa R$ 156,07.

Tem prazo de validade?
O passaporte é válido por cinco anos, desde que a criança tenha 5 anos ou mais. Até o 4 anos, a validade é diferenciada. Confira abaixo:

0 a 1 - 1 ano
1 a 2 - 2 anos
2 a 3 - 3 anos
3 a 4 - 4 anos
4 em diante - 5 anos

 

==> RG 

 

Como tirar?

O responsável pela criança deve comparecer a um posto de identificação civil com um documento com foto para comprovar seu parentesco com a criança, a certidão de nascimento original do filho e uma foto 3x4 atual, tirada em fundo branco.

Por quê?
A carteira de identidade ou RG (Registro Geral), como é popularmente conhecida, é um documento emitido para cidadãos nascidos e registrados no Brasil, e para pessoas nascidas no exterior que sejam filhos de brasileiros. Ela é emitida pela Secretaria de Segurança Pública de cada estado. Muitos pais optam por tirar nos primeiros anos de vida das crianças por ser um documento mais prático e ter maior durabilidade do que a certidão de nascimento. Ele também será necessário para viagens para a América do Sul, caso a criança não tenha passaporte.

Quanto custa?
A primeira via do documento, que pode ser emitida em qualquer idade, é gratuita. Para tirar a segunda via, é preciso pagar, e o custo varia de acordo com o estado em que a criança mora. Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 27,66.

Tem prazo de validade?
Não existe prazo de validade para o documento, mas, por ser um documento com foto, é indicado que uma nova via seja solicitada cada vez que os traços físicos sofrerem alterações significativas. Ou seja, se você tirou quando seu filho tinha 1 ano e agora ele já tem 10, vale renovar o documento. Para viagens aos países da América do Sul, nos quais não é necessário ter passaporte, o documento deve ter sido emitido há menos de 10 anos.

==>CPF

Como tirar?

Recém-nascidos e crianças podem tirar o documento. Para fazer o cadastro, os pais devem ir nas entidades públicas conveniadas (variam em cada estado), ou nas agências do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou dos Correios. É necessário levar um documento de identificação da criança que comprove naturalidade, filiação e data de nascimento (RG ou certidão de nascimento) e do responsável legal.

Por quê?
O CPF (Cadastro de Pessoa Física) é um banco de dados gerenciado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil que armazena as informações cadastrais dos cidadãos.

Quanto custa?
Nas entidades públicas conveniadas, não há custo. Já no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e nos Correios, é cobrada uma taxa de R$ 5,70 para a emissão do documento.

Tem prazo de validade?
Não.




Fonte: site Revista Crescer